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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Centenário Luiz Gonzaga


Asa Branca – Luiz Gonzaga

Quando "oiei" a terra ardendo
Qual a fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de "prantação"
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
"Intonce" eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração
"Intonce" eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração
Hoje longe, muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Quando o verde dos teus "óio"
Se "espaiar" na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração

Vamos estudar um pouquinho a música?

1.    Muitas palavras estão escritas de forma não convencional no texto. Localize-as e reescrevendo na forma convencional:






2.    Por que essas palavras estão escritas de forma diferente?





3.    Você conhece todas as palavras do texto? Faça a correspondência, se tiver dúvida, consulte um dicionário:


(A) Fornalha
(B) Braseiro
(C) Alazão
(D) Légua


(     ) Recipiente de louça, de metal, para brasas; qualquer lugar onde há brasas. / Conjunto das brasas que sobram de um incêndio, que restam de uma fogueira. / Brasido, fogareiro.
(     ) Medida itinerária antiga, de valor variável.
(     ) Cavalo de cor de canela.
(     ) Forno grande; forja. Forno de máquina a vapor. Fig. Calor excessivo, lugar muito quente: esta casa está uma fornalha.

4.    A música narra a história de alguém que foi-se embora do sertão. Assinale a alternativa que justifica essa afirmação:

(     ) O sertanejo foi embora porque perdeu seu grande amor.
(     ) O sertanejo resolveu ganhar a vida em outro lugar.
(     ) O sertanejo foi-se embora porque estava triste com as condições do sertão.

5.    De acordo com a música, o sertanejo planeja voltar. Copie da música o trecho que comprove a volta dele.





6.    Faça um desenho ilustrando a música:

Portfólio - Projeto de leitura - Nós - Eva Furnari

Trabalhar com Eva Furnari é tudo de bom!
O projeto está chegando ao final e eu já estou ficando com saudades...


As crianças adoraram a Mel e suas borboletas. Foi muito produtivo. Amanhã vamos construir a árvore das borboletas, depois postarei as fotos.


Seguem as atividades do portfólio.


1a. página:


Desenho livre da história.


2a. página:


Desenhar e escrever o trecho favorito da história.


3a. página:


Escrita da biografia da autora.


4a. página:


lista de algumas obra de Eva Furnari


5a. página:


Resumo coletivo da história. (ou individual, dependendo do ritmo da turma)


6a. página:


Personagens da história - desenhar e escrever as característica dos personagens Mel e Kiko.


7a., 8a. e 9a. páginas:


Interpretação da história:



“Mel não sabia que havia tantas coisas para conhecer fora de sua cidade.
Foram precisos sete nós para que ela se aventurasse.”




  1. Qual o nome da cidade onde Mel morava?



  1. O que tornava Mel diferente das pessoas que moravam na cidade?




  1. “Os moradores achavam muita graça naquilo e se divertiam:” O que as pessoas falavam sobre Mel?

(      ) Falavam que ela era muito feia e estranha.
(      ) Chamavam-na de “repolho repolhudo” e diziam que ela havia nascido num repolho mofado.
(      ) Diziam que ela não deveria se importar com o que os outros diziam.

  1. Mel se sentia muito magoada com tudo o que os outros diziam dela. Leia o trecho abaixo em seguida, responda:

“Um dia, porém, foi diferente. Em vez de querer chorar, Mel sentiu o dedinho repuxando. Estranhou: Ué, que esquisito...”
a)    O que estava acontecendo com Mel?




b)    Quando aparecia os “nós” na personagem?





5.    Faça um desenho representando os lugares onde os “nós” apareceram:


 
 



















6.    Depois de muito pensar e até quase dar “nós” no pensamento, Mel decidiu ir embora. Faça um desenho representando o disfarce utilizado por ela:

 
 

                                                                                                                                          
  
7.    Em sua busca por um novo lugar, Mel encontrou uma vaca e tentou dialogar com ela, mas deu não muito certo. Por quê?




  1. O que a menina fez para fugir da vaca?


(     ) Se escondeu atrás de uma árvore.
(     ) Procurou abrigo em uma casa.
(     ) Pulou em um lago e nadou muito.
(     ) Começou a chorar.


  1. Assim que chegou do outro lado da margem do lago, Mel encontrou um garoto. Marque (V) para verdadeiro e (F) para falso:

(     ) Mel estava cansada e deitou-se na grama.
(     ) A vaca malhada apareceu ao seu lado.
(     ) Mel estava de volta em Pamonhas.
(     ) Um garoto estava parado diante da menina.
(     ) Mel sorriu para o menino.
(     ) O menino chamou Mel de “repolho repolhudo”.
(     ) Kiko tratou Mel com carinho.

  1.  Assustada, Mel tentou fugir. Faça um desenho e escreva uma frase representando o que aconteceu:

 
 
  




  1.  A menina percebeu que Kiko também tinha “nós” e que ele nem se importava com isso. Para onde eles foram e o que Kiko ensinou a Mel?







11a. página:

Questões de opinião própria:

“Mel tinha algo diferente; onde quer que ela fosse, estava sempre rodeada de borboletas.”

  1. O que as borboletas significavam na vida da menina?




  1. Por que Mel começou a ter “nós” pelo corpo?




  1. Ao encontrar Kiko, a vida de Mel mudou. Por quê?







  1. Quais são suas borboletas e seus “nós”? Represente por meio de desenhos ou por palavras:

Borboletas
Nós




















domingo, 8 de abril de 2012

Monteiro Lobato






Obs.: Não consegui arrumar a numeração dos exercícios.


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Interpretação de texto



A margarida friorenta

Atividade desenvolvida com uma turma de 2o. ano. Como ficou muito legal, achei interessante postar e dividir com minhas colegas de produção.

Iniciei a aula contando a história "A Margarida Friorenta" Fernanda Lopes de Almeida . Quem ainda não conhece, precisa conhecer! É uma história linda, as crianças adoram. Tenho o livro todinho postado no mês de maio, você pode criar slides e contar a história.





Fizemos a interpretação oral e fomos para o laboratório de informática. Cada aluno fez o desenho da história no paint, que foram salvos no meu pendrive, com ajuda do prof de informática. 

Coloquei cada desenho em uma folha criada por mim em seguida imprimi com o desenho de cada aluno. (segue modelo da folha)




Em outro momento, relembramos novamente a história e os alunos reescreveram em suas respectivas folhas. Eles adoraram receber a folha com o desenho feito por eles.

Esses são alguns dos desenhos feitos pelos meus alunos:









Sobre a autora:



Fernanda Lopes de Almeida é um dos nomes mais expressivos na área da literatura infantil brasileira a partir da década de 70. A fada que tinha idéias teve sua primeira edição em 1971 e seu sucesso foi confirmado pela crítica especializada que concedeu ao livro os seguintes prêmios: indicado pela FNLIJ como uma das cinco melhores obras infantis brasileiras de 1967-1971; incluído na Biblioteca Seletiva de Literatura Infantil da Unesco, no Ano Internacional do Livro (1972) e selecionado para o acervo permanente da Biblioteca Internacional para a Juventude, de Munique, em 1976.

Destacar que a premiada escritora Fernanda Lopes de Almeida está entre os mais importantes autores da literatura infantil é pouco. Fernanda é criadora de histórias inesquecíveis, que se inserem na memória literária e cultural do país.

"Acho que o livro está muito bonito, mais colorido ainda, portanto mais parecido com o mundo da Clara Luz [nome da fada], que é um mundo de alegria", destaca a autora.

As principais atividades da autora hoje são as de sempre: ler muito, escrever muito e ficar atenta a todos os acontecimentos ao seu redor. "Tenho uma certa preferência pelos pequenos acontecimentos, as pequenas coisas, os pequenos sinais, aquela expressão fisionômica que perpassa e ninguém nota. Mais que a arte, mais que a literatura, me interessam as pessoas e, especialmente, as pequenas pessoas. As que estão no cantinho da fotografia", diz.

 
Fonte: 
 


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Os Sem Florestas


domingo, 19 de dezembro de 2010

Bichinho de estimação

Atividade de interpretação textual - indicada para 2o. ou 3o. ano




 

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Projeto Pedro Bandeira - A droga da obediência

Misteriosamente vários alunos dos melhores colégios da classe alta paulistana,desaparecem sem deixar pistas. É aí que entra em ação "Os karas", uma turma de adolescentes do colégio Elite, formada por Miguel, Calú, Crânio, Magrí e Chumbinho.
Eles decidem investigar por conta própria os desaparecimentos, já que a polícia não tem nenhuma pista. Depois de muita investigação, eles descobrem quem está por trás dos desaparecimentos: O terrível e paranóico doutor Q.I.
Esse cientista maluco está usando cobaias humanas para testar a sua descoberta; "A droga da obediência".
Essa droga torna as pessoas dóceis e obedientes, obedecendo à qualquer ordem sem questionar, podendo executar uma ordem até a exaustão total.
Mas, é claro que "Os karas" irão usar de toda a sua coragem, inteligência e perspicácia para desmascarar o doutor Q.I e salvar o mundo da sua loucura.
Essa empolgante história, além de prender à atenção do começo ao fim, também é uma sutil crítica à nossa sociedade. Afinal, quais são as "Drogas da obediência" da sociedade atual? Seriam os meios de comunicação de massa? Os modismos? A ditadura da beleza? Fica a pergunta...

Ficha de leitura





Projeto Pedro Bandeira - O mistério da fábrica de livros

Uma história que mostra o processo fascinante da produção de um livro junto com a emoção do primeiro amor de uma menina… Laurinha encontrara e agora via desfazer-se o seu primeiro amor. Um namoro inocente que havia sido registrado pela imagem de um coração entalhado a canivete no tronco de um eucalipto. Mas até o seu eucalipto tinha sido derrubado… Uma história vibrante e delicada, que entrelaça dois enredos: a história do amor de uma adolescente e-a história da produção de um livro, o único veículo capaz de eternizar todas as histórias de amor.

Ficha de leitura


Projeto Pedro Bandeira - O fantástico mistério de Feiurinha

A divertida história de Pedro Bandeira gira em torno de um grande mistério que agita todo o mundo do faz de conta: a Princesa Dona Feiurinha do Encantado tinha desaparecido do país das Fadas.

Outros personagens do reino, como Cinderela, Branca de Neve, Rapunzel e Chapeuzinho Vermelho, entre muitas outras, ficam com medo de que isto também aconteça com elas e decidem enviar um emissário ao Escritor para que ele possa decifrar o mistério.

O Escritor, de início cético diante do mensageiro, recebe a inesperada visita daqueles personagens das histórias de fadas que povoaram sua infância. Acaba se convencendo de que o mundo encantado e seus habitantes fazem parte da realidade, mesmo que esta realidade seja a da imaginação. Decide, então, ajudá-los a descobrir o que ocorreu com a Princesa Feiurinha.

Com auxílio de sua velha governanta Jerusa, ele recupera a história de Feiurinha e chega à conclusão de que ela desaparecera porque não tinha sido registrada por nenhum escritor. Portanto, a história não poderia sobreviver na imaginação infantil, nem mesmo na de qualquer leitor, porque sem o auxílio dos livros, dificilmente poderiam conhecê-la. Só alguém como Jerusa que ouviu a avó contá-la há mais de sessenta anos teria condições de se lembrar. O Escritor decide então recuperar a história da princesa desaparecida e registrá-la em livro.

Ficha de leitura


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A menina que brincava com as palavras

Por Fabiana Barboza

Autor: Fabiano dos Santos
Ilustrador: Daniel Diaz
Editora: Cortez


A menina que brincava com as palavras trata-se de uma deliciosa brincadeira literária de Fabiano dos Santos. É possível destacar na obra não apenas sua qualidade literária, mas a importância da literatura, já que o autor apresenta um texto cheio de encantamento por ela, incentivando o leitor a deliciar-se com as palavras, a mergulhar no fantástico mundo da literatura.

Esse mundo apresentado pelo autor no texto oferece uma conexão entre a imaginação e a realidade. Na verdade, a imaginação está presente todo o tempo na vida “real” da menina do texto, Ana. É por meio da forma como Ana vê a presença da literatura no mundo que o convite para o leitor entrar ou trazer literatura para sua vida é feito.

Outro aspecto importante explorado pelo autor é a necessidade de a literatura estar presente na vida não apenas das crianças letradas, mas de todas elas, inclusive na dos bebês. Presença que se faz pela contação de histórias e pelo contato das crianças pequenas com as imagens, os sons, os cheiros, enfim, pelo contato com o mundo que as cerca.

Também é possível explorar, a partir do texto, a ideia de que as palavras nos levam a mundos desconhecidos. Por meio delas, podemos entrar em contato com coisas novas. Essa parte do texto é bastante poética, já que o autor estabelece a relação entre as palavras e o nascimento dessas coisas novas para os leitores.

O texto ainda pontua a força que as palavras têm. Trata-se de apresentá-las como base para as histórias, as decisões, a forma de encarar os problemas existentes e também os sentimentos que surgem quando entramos em contato com os vocábulos presentes no mundo.

O autor foi muito feliz ao inserir no texto as possibilidades de trabalhar as palavras com as crianças que ainda não dominam a língua portuguesa, sobretudo quando apresenta as palavras que podem ser escritas a partir da palavra paralelepípedo, os significados que uma mesma palavra pode ter (como manga — de camisa ou a fruta —, folha — papel ou planta —, etc.) e a orientação espacial da leitura (quando fala em ler as palavras de trás para frente ou na frente do espelho). O interessante é que tais alternativas não estão didatizadas no texto, o autor conseguiu manter o encantamento literário também nesses trechos.

Está presente no texto o estímulo à ação de escrever. Tal ação também é apresentada de forma poética no livro, já que o autor estabelece uma conexão entre o silêncio e a contemplação de folhas de papel em branco. Da mesma forma, trata do ato de escrever como a ação de povoar o vazio com um poema.

É possível perceber a sincronia que existiu entre o autor e o ilustrador, a exemplo da ilustração que representa diversas palavras: palavra solta no ar — vento; palavra fisgada no anzol — peixe; palavra plantada no chão — flor; etc. O ilustrador Daniel Diaz manteve o equilíbrio entre a descrição, a imaginação e a poesia em suas ilustrações, o que torna ainda mais prazerosa a leitura da obra.
Enfim, A menina que brincava com as palavras é um livro bem estruturado e que deve ser trabalhado com crianças das mais variadas idades e (por que não?) com adultos que se encantam com o poder da literatura.





quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Bruxinha - Eva Furnari

Essa atividade é muito boa para trabalhar a oralidade das crianças. Ao contrário do que muitos pensam, a oralidade precede a escrita e é de suma importância que a criança conte a história oralmente antes de escrevê-la.



terça-feira, 31 de agosto de 2010

Produção de Texto - Chapeuzinho Vermelho



segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Tia Anacleta - Sylvia Orthof


Tia Anacleta quer fazer dieta, mas como é quase impossível, quem sofre é a balança, que chia a cada nova pesagem. 



 

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