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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Desenhando

Caça-palavras com nomes

Recorte e colagem com os nomes dos colegas


RECORTE E COLE OS NOMES DOS COLEGAS DA SALA AGRUPANDO-OS DE ACORDO COM O NÚMERO DE LETRAS:

4 LETRAS:







5 LETRAS:
6 LETRAS:










7 LETRAS:
8 LETRAS:












9 LETRAS:

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Escrita e contagem de letras

Trabalhando com o nome da criança

Introdução
Por que trabalhar com os nomes próprios? As crianças que estão se alfabetizando podem e devem aprender muitas coisas a partir de um trabalho intencional com os nomes próprios da classe.
Objetivos
Estas atividades permitem às crianças as seguintes aprendizagens:
- Diferenciar letras e desenhos;
- Diferenciar letras e números;
- Diferenciar letras, umas das outras;
- A quantidade de letras usadas para escrever cada nome;
- Função da escrita dos nomes: para marcar trabalhos, identificar materiais, registrar a presença na sala de aula (função de memória da escrita) etc;
- Orientação da escrita: da esquerda para a direita;
- Que se escreve para resolver alguns problemas práticos;
- O nome das letras;
- Um amplo repertório de letras (a diversidade e a quantidade de nomes numa mesma sala);
- Habilidades grafo-motoras;
- Uma fonte de consulta para escrever outras palavras.

O nome próprio tem uma característica: é fixo, sempre igual. Uma vez aprendido, mesmo a criança com hipóteses não alfabéticas sobre a escrita não escreve seu próprio nome segundo suas suposições, mas, sim, respeitando as restrições do modelo apresentado. As atividades com os nomes próprios devem ser seqüenciadas para que possibilitem as aprendizagens mencionadas acima. Uma proposta significativa de alfabetização, aquela que visa formar leitores e escritores, e não mero decifradores do sistema, não pode pensar em atividades para nível 1, nível 2, nível 3...

É preciso considerar:
· Os conhecimentos prévios das crianças.
· O grau de habilidade no uso do sistema alfabético.
· As características concretas do grupo.
· As diferenças individuais.

Conteúdos
Leitura e escrita de nomes próprios

Tempo estimado
Um mês

Materiais necessários
- Folhas de papel sulfite com os nomes das crianças da classe impressos
- Etiquetas de cartolina de 10cm x 6cm (para os crachás)
- Folhas de papel craft, cartolina ou sulfite A3

Organização da sala

Cada tipo de atividade exige uma determinada organização:

- Atividades de identificação das situações de uso dos nomes: trabalho com a sala toda.
- Identificação do próprio nome: individual.
- Identificação de outros nomes: sala toda ou pequenos grupos.

Desenvolvimento das atividades
1. Selecione situações em que se faz necessário escrever e ler nomes. Alguns exemplos: Escrever o nome de colegas para identificar papéis, cadernos, desenhos (pedir que as crianças distribuam tentando ler os nomes). Lista de chamada da classe. Ler cartões com nomes para saber em que lugar cada um deve sentar; para saber, quem são os ajudantes do dia, etc.

2. Peça a leitura e interpretação de nomes escritos.

3. Prepare oralmente a escrita: discuta com as crianças, se necessário, qual o nome a ser escrito dependendo da situação. Se for para identificar material da criança, use etiquetas; para lista de chamada use papel sulfite ou papel craft.

4. Seja bem claro nas recomendações: explicite o que deverá ser escrito, onde fazê-lo e como, que tipo de letra usar, etc

5. Peça a escrita dos nomes: com e sem modelo.

Objetivos
Ao final das atividades, a criança deve:

- Reconhecer as situações onde faz sentido utilizar nomes próprios: para etiquetar materiais, identificar pertences, registrar a presença em sala de aula (chamada), organizar listas de trabalho e brincadeiras, etc.
- Identificar a escrita do próprio nome.
- Escrever com e sem modelo o próprio nome.
- Ampliar o repertório de conhecimento de letras.
- Interpretar as escritas dos nomes dos colegas da turma.
- Utilizar o conhecimento sobre o próprio nome e o alheio para resolver outros problemas de escrita, tais como: quantas letras usar, quais letras, ordem da letras etc e interpretação de escritas.

Identificação de situações onde se faz necessário escrever e ler nomes. Aproveite todas as situações para problematizar a necessidade de escrever nomes.

Situação 1- Recolhendo material. Questione as crianças como se pode fazer para que se saiba a quem pertence cada material. Ouça as sugestões. Distribua etiquetas para as crianças e peça que cada uma escreva seu nome na sua presença. Chame atenção para as letras usadas, a direção da escrita, a quantidade de letras, etc.

Situação 2 - Construindo um crachá. Questione as crianças como os professores podem fazer para saber o nome de todas nos primeiros dias de atividade. Ajude-as a concluir sobre a função do uso de crachás. Distribua cartões com a escrita do nome de cada uma que deverá ser copiado nos crachás. Priorize neste momento a escrita com a letra de imprensa maiúscula (mais fácil de reprodução pela criança). Solicite o uso do crachá diariamente.

Situação 3 - Fazendo a chamada Lance para a classe o problema: como podemos fazer para não esquecer quem falta na aula?

Observações: todas essas situações e outras têm como objetivo que as crianças recorram à escrita dos nomes como solução para problemas práticos do cotidiano.

Identificação do próprio nome

Dê para cada criança um cartão com o nome dela.
- Apresente uma lista com todos os nomes da classe. Escreva todos os nomes com letra de imprensa maiúscula. Nesse tipo de escrita, é mais fácil para a criança identificar os limites da letra, o que também deixa a grafia menos complicada.
- Peça que localizem na lista da sala o próprio nome. O cartaz com essa lista pode ser grande e ser fixado em local visível.
- Peça para cada um montar o próprio nome, usando letras móveis (que podem ser adquiridas ou confeccionadas).
- Inicialmente realize esta atividade a partir de um modelo (crachá com o nome) e depois sem modelo, usando o modelo para conferir a escrita produzida. Identificação de outros nomes da classe

Apresente uma lista com os nomes das crianças da classe.

Cada criança poderá receber uma lista impressa ou colocar na classe uma lista grande confeccionada em papel craft. Você poderá, também, usar as duas listas: as individuais e a coletiva.

Atividade 1- Ditado
Dite um nome da lista. Cada criança deverá encontrá-lo na lista que tem em mãos e circulá-lo. Em seguida, peça a uma criança que escreva aquele nome na lousa. Peça a elas que confiram se circularam o nome certo. Para que essa atividade seja possível a todas é importante fornecer algumas ajudas. Diga a letra inicial e final, por exemplo.

Atividade 2 - Fazendo a chamada
Entregue a lista de chamada das crianças da sala. Peça que as crianças digam os nomes das crianças ausentes e que circulem esses nomes. Siga as mesmas orientações da atividade 1, no tocante às ajudas necessárias para a realização da tarefa.

Atividade 3 - Separando nomes de meninas e meninos
Apresente a lista da chamada da classe. Peça para as crianças separarem em duas colunas: nomes das meninas e nomes dos meninos.

Observação: em todas estas atividades é importante chamar a atenção para a ordem alfabética utilizada nas listas. Este conhecimento: nomeação das letras do alfabeto é importante para ajudar a criança a buscar a letra que necessita para escrever. Em geral as crianças chegam à escola sabendo "dizer" o alfabeto, ainda que não associando o nome da letra aos seus traçados. Aproveite esse conhecimento para que possam fazer a relação entre o nome da letra e o respectivo traçado.

Avaliação
É importante observar e registrar os avanços das crianças na aquisição do próprio nome e no reconhecimento dos outros nomes. Tratando-se de uma informação social - a escrita dos nomes -, é preciso observar se as crianças fazem uso dessa informação para escrever outras palavras. A escrita dos nomes é uma informação social, porque é uma aprendizagem não escolar. Dependendo da classe social de origem da criança, ele já entra na escola com este conhecimento: como se escreve o próprio nome e quais as situações sociais em que se usa a escrita do nome. Para crianças que não tiveram acesso a essa informação a escola deve cumprir esse papel.

Sugerimos uma planilha de observação de nove colunas, contendo os seguintes campos:

1. Nome da criança
2. Escreve sem modelo?
3. Usa grafias convencionais?
4. Utiliza a ordem das letras?
5. Conhece os nomes das letras?
6. Reconhece outros nomes da classe?
7. Escreve outros nomes sem modelo?
8. Utiliza as letras convencio-nais na escrita dos nomes?
9. Utiliza o conhecimento sobre os nomes para escrever outras palavras?

Observação: A partir do registro na planilha acima é possível ter uma visão das necessidades de investimento com cada criança e também das necessidades coletivas de trabalho com a classe.

Atividades complementares - Pesquisa sobre a origem do nome (pesquisa com os familiares)
- Análise de fotos antigas e atuais da criança.
- Montagem de uma linha do tempo da criança a partir das fotos trazidas.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

R de receita

domingo, 31 de julho de 2011

Ditado mudo

quarta-feira, 23 de março de 2011

Ordem Alfabética

quarta-feira, 9 de março de 2011

Atividade com nomes dos alunos


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Caça-nomes

Trabalho com uma turma de 2o. ano que ainda não estão completamente alfabetizados. Estou elaborando algumas atividades com os nomes da turma que postarei ao longo do bimestre.

Hoje é domingo...

Trabalhar com parlendas é uma ótima atividade para alfabetização, pois elas são fáceis de memorizar, o que ajuda os alunos na leitura e escrita.



A parlenda "Hoje é domingo" abre um leque de variações na alfabetização. São várias as atividades que podem ser realizadas a partir da parlenda. Veja algumas delas:

  • Escreva a parlenda em papel kraft;
  • Trabalhe a leitura diversas vezes, sempre mostrando onde estão lendo;
  • Faça um ditado, pedindo que os alunos circulem algumas palavras na parlenda. Use a figuras dos objetos, cachimbo, pé, jarro, touro, sino, etc;
  • Trabalhe as rimas que aparecem na parlenda. Construa com os alunos outras palavras que possuem a mesma rima da parlenda.
  • Peça que os alunos circulem na parlenda as letras do seu nome;
  • Dependendo do nível de escrita dos alunos, entregue a parlenda recortada em frases para que eles a montem.
Enfim, essas são algumas das possibilidades.

Bom trabalho!!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Educação de Jovens e adultos


COMO TRABALHAR COM ATIVIDADES DIVERSIFICADAS NA ALFABETIZAÇAO DE JOVENS E ADULTOS
Grupo temático: Alfabetização de Pessoas Jovens e Adultas
Autora: Ozana Aline Barbosa
Instituição: MOVA

Em uma sala de alfabetização de Jovens e Adultos é quase impossível encontrarmos alunos homogêneos, onde o grau de conhecimento dos mesmos seja igual, levando a uma seqüência de aprendizagem tranqüila, já que se isso fosse possível, todos caminhariam juntos. Mas, se nem em uma sala de ensino fundamental isso ocorre, mesmo havendo crianças de mesma idade e que passaram pelo mesmo processo (Pré Escola e Alfabetização), quem dirá em uma sala de adultos, onde cada aluno já tem uma história de vida formada, muitas vezes mais experiência do que o próprio professor. Seria impossível lidar com todos de uma só maneira, tratando de uma mesma atividade.
        Ao nos depararmos com uma sala de alfabetização de adultos ê possível encontrarmos alunos pré-silábicos, assim como alunos alfabéticos, mas que não aprenderam a desenvolver seu conhecimento. Quando isso ocorre, o que fará o professor para lidar com todos os níveis de aprendizagem dentro de uma única sala de aula? Se esse professor começar da estaca zero, partindo da alfabetização desde as letras do alfabeto até a formação de palavras, os alunos alfabéticos desistiriam, julgando a sala “muito fraca” para eles. E se o educador partir de textos complexos, leituras e interpretações, os alunos pré-silábicos e até mesmo os silábicos se assustariam, achando que sabem menos do que ele mesmo imaginava, em conseqüência, não voltariam no dia seguinte.
        É nesse ponto que entram as “atividades diversificadas”, que consistem em um tipo de trabalho para cada aluno, dependendo do seu nível de conhecimento. O professor poderá, assim, tratar do mesmo tema para todos, pois os alunos adultos, mesmo não conhecendo a escrita e levando em conta a sua experiência de vida, sabem falar e dão suas opiniões criticamente também, sendo que uma discussão sobre o mesmo tema seria muito produtiva, principalmente se esse tema for significativo para eles.
       
Metodologia
No momento das atividades, o professor segue o roteiro de cada aluno, que terá sua atividade de acordo com o seu nível de aprendizado, assim evitará frustrações.A seguir, tratarei de um exemplo que desenvolvi em minha sala.
Tal atividade teve como tema principal a construção de uma lista de compras. A partir da mesma, uma série de atividades, nas quais cada aluno teve sua atividade adequada ao seu nível de conhecimento, foi desenvolvida, seguindo sempre uma mesma seqüência (assim um aluno não se sentiria inferior ao outro).
Como material, utilizei:
-     Um texto de minha autoria, escrito no papel cenário;
-     Papel sulfite (onde as atividades para cada nível foram levadas previamente);
-     Recortes de folhetos de propaganda de supermercado, com figuras de produtos como leite, achocolatado etc.
-     Alfabeto móvel, e
-     Tabela com bingo de palavras.

Os objetivos da atividade eram:
-     Desenvolver a escrita espontânea do aluno;
-     Desenvolver a leitura e
-     Desenvolver a memorização.

O que pode ser constatado, ao término da atividade, foi um salto qualitativo com relação ao conhecimento de letras e palavras e suas respectivas potencialidades; as hipóteses e palavras pertencentes ao repertório dos alunos tiveram um salto quantitativo e qualitativo.
Outra notação foi a facilidade de trabalho com esse tipo de atividade, pois com cada aluno tendo a atividade específica ao seu nível de conhecimento, a alocação da atenção pode ser destinada aos educandos que mais necessitavam de um maior auxílio.

  ©Template designer adapted by Ana by anA.

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