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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Facebook, Twitter e YouTube: eles podem ser os melhores amigos dos seus estudos.


Facebook, Twitter e YouTube: eles podem ser os melhores amigos dos seus estudos.
Thiago Minami 
Uol Notícias


Se você considera Facebook, Twitter e YouTube companheiros só para a hora do lazer, está na hora de pensar diferente. Ferramentas como essas podem ser seus melhores amigos nos estudos, dizem especialistas de tecnologias da educação.
Quer escrever melhor? Conte com a ajuda de Twitter, Wikipédia e um blog. Treinar línguas estrangeiras? O Facebook pode dar uma bela mão. Entender melhor a reprodução das plantas gimnospermas? Talvez a resposta esteja lá no YouTube, entre todos aqueles vídeos de palhaçadas. São usos como esses e muitos outros que estão fazendo das ferramentas aliadas do aprendizado.

As novas tecnologias nos tornaram consumidores vorazes de informação. Ao mesmo tempo, nos deram instrumentos poderosos para nos comunicar com quantas pessoas quisermos. “Nesse processo, podemos aprender muito mais sobre nós mesmos e o mundo”, diz Will Richardson, em seu livro Blogs, wikis, podcasts and other powerful Web tools for classrooms (Ed. Corwin, sem tradução para o português).

Não caia em armadilhas
Mas para tirar o melhor proveito da internet sem cair em armadilhas, é preciso responsabilidade e um tanto de cuidado. Isso é verdade principalmente para os mais novos, que em muitos casos aprenderam sozinhos a se virar no mundo virtual sem ter um guia. “A escola precisa ajudá-los nisso, pois tem por função preparar os alunos para a vida. Essa função cabe também aos pais”, diz Marcos Telles, consultor da DynamicLab, empresa especializada no uso da tecnologia no ensino.
É preciso preparo para entender as consequências do que se faz na internet. Também é essencial ter em mente que nem toda informação é confiável. Isso vale para os adultos também, para protegerem a si próprios e desempenharem o papel de mediadores na hora de falar sobre o assunto com os pequenos.
“É um trabalho em parceria. Os jovens sabem mais sobre tecnologia, enquanto os mais velhos têm mais noção sobre os riscos envolvidos”, diz Valdenice Minatel, coordenadora do Departamento de Tecnologia Educacional do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo (SP).


Fonte: INFORMATIVO ESPAÇO IN - terça, 05 de julho de 2011

A matemática e a sua influência no desenvolvimento da criança pequena

A matemática e a sua influência no desenvolvimento da criança pequena
Viviani Zumpano
Coordenadora pedagógico-educacional do Berçário Les Enfants d'Emilie
Desde o nascimento as crianças se encontram imersas em um universo do qual os conhecimentos matemáticos são parte integrante, pois participam de uma série de situações envolvendo números, relações entre quantidades, noções espaciais.

Utilizando recursos próprios e pouco convencionais, recorrem à contagem e operações para resolver problemas cotidianos, também observam e atuam no espaço ao seu redor e, aos poucos, vão organizando seus deslocamentos, descobrindo caminhos, estabelecendo sistemas de referência, identificando posições e comparando distâncias.
Essa vivência inicial favorece a elaboração de conhecimentos matemáticos.

Os bebês e as crianças pequenas estão começando a conhecer o mundo e a estabelecer
as primeiras relações com ele. As situações cotidianas oferecem oportunidades privilegiadas para o trabalho com a especificidade das ideias matemáticas. As atividades psicomotoras, as rodas de conversa, história, música, os jogos e as brincadeiras permitem a familiarização com
elementos espaciais, temporais e numéricos, sem imposição.
Na Educação Infantil, o envolvimento da criança com esta área do conhecimento ocorre por meio de inúmeros momentos, dentre eles, nas atividades de movimento nas quais o espaço físico é modificado por meio da construção de diferentes circuitos de obstáculos. Os materiais utilizados são simples: cadeiras, mesas, pneus, bambolês e panos por onde as crianças possam engatinhar ou andar — subindo, descendo, passando por dentro, por cima, por baixo — permitem a construção gradativa de conceitos, dentro de um contexto significativo, ampliando experiências.

As brincadeiras de construir torres, pistas para carrinhos e mini-cidades com blocos de madeira ou encaixe, possibilitam representar o espaço numa outra dimensão.
Assim, os conceitos matemáticos não são o pretexto nem a finalidade principal a ser perseguida. As situações vivenciadas por nossas crianças têm um caráter múltiplo, proporcionando interesse e estabelecimento de relações - mesmo que de maneira primitiva - que irão resultar em sólidas aprendizagens.
Fonte: INFORMATIVO ESPAÇO IN - terça-feira, 05 de julho de 2011IN

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