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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Contos de Fadas

A importância dos contos de fadas

A maçã envenenada da Branca de Neve é tentadoramente vermelha.
Como cheira o pão quentinho da Galinha Ruiva!
Que medo deve sentir o ratinho entre as garras do leão.
O vestido de Cinderela brilha como as estrelas...

Histórias não são feitas apenas de palavras: têm peso, cor, sabor, têm detalhes que não cabem nos limites do texto, mas são tão importantes quanto as narrativas que vêm se repetindo há séculos.

Histórias são pontes; são laços entre o narrador e o ouvinte, entre o real e o imaginário, entre o passado, o presente e o futuro; são elos que se constroem e reconstroem entre seres humanos, em um processo sem fim.

Partir desse princípio não é apenas uma forma poética de realçar a importância das narrativas fantásticas, das fábulas e de todas as histórias que povoam o universo infantil.
Normalmente, quando os adultos lêem as fábulas ou mesmo quando tentam interpretá-las, sobressaem os aspectos "pedagógicos" que estão na origem dessas narrativas.
Quando não existiam escolas, imprensa, quando os livros eram copiados à mão e o mundo era ainda um enorme continente inexplorado, essas histórias representavam um caminho para a educação de valores, posturas de vida, costumes.

Esse é um dos motivos pelos quais as fábulas são maniqueístas e moralistas. Falam do bem e do mal, do certo e do errado, do justo e do injusto, da união e da desunião, do medo e da coragem. Tanto que não eram dirigidas às crianças, mas especialmente aos adultos - daí o tom até assustador que assumem nas versões originais.
Mas, não faz sentido, nos tempos de hoje, tratar as histórias de fadas como se fazia na Idade Média. Não é esse mundo cheio de certos e errados que magnetiza as crianças (e os adultos). É, sim, a sua riqueza imaginativa, a sua base de sonhos e de possibilidades que leva os humanos para muito além de seu cotidiano. Quem não queria possuir uma bota de sete léguas, ou encontrar príncipes encantados? Quem não queria ter uma varinha de condão?

As histórias são catalisadores da imaginação sem fronteiras que caracteriza a infância.

Em um mundo marcado pelo lazer passivo da televisão, pela imobilidade dos apartamentos, pelas ruas apinhadas de carros, as histórias de fadas são um passaporte livre para o mundo da criança e para todos os processos formativos típicos da idade - a formação da personalidade, a construção de regras e valores, o desenvolvimento cognitivo, motor e sócio emocional.

É aqui que entra a Escola.

Nosso papel não é o de inventar histórias, não é instrumentalizá-las como itens do currículo, nem tornar obrigatório um prazer tão natural.
Ao contrário, nosso papel é mergulhar no fundo da fantasia, junto com as crianças, construindo permanentemente paralelos com a vida de cada um.

Voltamos ao começo desse texto. As histórias têm cheiros, cores, sabores, densidades. As histórias não são apenas processos mentais de intelecção, mas uma fábrica de sentidos e experiências.

Vamos forçar um pouco a memória: quem de nós nunca quis saber o que ia dentro da cesta de Chapeuzinho Vermelho? Pois então, vamos para a cozinha preparar esses quitutes.
Que tal passear na fazenda da Galinha Ruiva? 



Cada momento, cada detalhe ganha uma leitura especial e diferenciada. Ou melhor, a cada leitura, a história, como um prisma, ganha novas cores. Quem conta, reconta... faz de conta.

O que as crianças aprenderão? Não há limites. Cada narrativa leva a mundos diferentes, embora tenham um substrato comum. Daí a construção de um mapa contextual para cada conto escolhido, que levem em conta os itens a seguir.

• Possibilitar a apreensão das características dos diferentes portadores de texto, ou de um gênero literário escolhido, pré-determinado, com as linguagens usualmente utilizadas e expressões que se repetem nas diferentes histórias;
• Produzir textos com significado, mesmo sem o domínio da escrita convencional;
• Desenvolver o interesse pela leitura ou por ouvir os diferentes gêneros literários;
• Desenvolver a capacidade de recontar e reescrever o conto, recuperando a sequência lógico-temporal dos acontecimentos;
• Realizar a revisão de textos, por meio da releitura de cada parte do texto escrito e da elaboração de rascunhos, promovendo a articulação das partes com o todo, a fim de planejar o que falta ser escrito para complementação do texto,
• Planejar e executar tarefas em grupo, valorizando este tipo de aprendizado;
• Utilizar curva melódica adequada, durante a leitura em voz alta, propiciando a compreensão da história, através do respeito à pontuação presente no texto.
Atividades de música e educação física, vivências apresentadas nos jogos dramáticos, que levarão os alunos a criar situações imaginárias e encenações representativas;
• A exploração de todas as dimensões artísticas;
A aprendizado e o exercício da língua oral e escrita, conforme a faixa etária.
A compreensão de conceitos nas áreas de Ciências e Matemática, entre outras aprendizagens;
• O uso de diversos recursos. Alguns dos contos apresentados favorecerão, também, o acesso aos computadores e outros recursos tecnológicos;
O trabalho com a linguagem e a comunicação. Os alunos possivelmente irão se familiarizar com livros, filmes e situações que requerem o uso da linguagem oral e escrita;
• Atividades de exploração sensorial, todo o tempo.

Vivendo as histórias, convivendo com os personagens e suas aventuras, seus sentimentos, as crianças serão convidadas para um aprendizado prazeroso e significativo.

As histórias trazem saberes e experiências acumuladas por várias gerações. Oferecem exemplos de modelos e papéis que, desde a infância, facilitam nossa relação com o mundo. Levam-nos a experimentar as emoções, a "treinar" posturas, a nos identificar com personagens e situações, a sonhar coisas melhores do que temos e a perceber que tudo também poderia ser pior.

 

“Contos de fadas, histórias de bichos e fábulas são uma porta de entrada para o mundo da fantasia, e, como podem ver, também uma porta de saída para a vida real."






Fonte: Blog Espaço Educar



quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Placas do cotidiano

Placas do cotidiano


Objetivos

- Conhecer a função da sinalização no dia a dia.

- Levantar hipóteses, confrontar ideias e buscar informações para interpretar símbolos.



Tempo estimado

Três meses.



Material necessário

Material para registro (lápis, canetinha, giz de cera, tesoura e cola), manuais de trânsito etc.



Desenvolvimento

1ª etapa

Inicie a atividade perguntando às crianças sobre as placas e os sinais encontrados em diversos locais. De quais elas se lembram? Onde viram? O que querem dizer? Faça um passeio com elas pela escola com a proposta de observar as sinalizações, pensando sobre o que acham que cada uma quer dizer. Peça que escolham uma para registrar, reproduzindo o desenho e indicando o significado.



2ª etapa

Planeje com a turma um passeio pelo bairro para observar a sinalização. Durante a caminhada, questione os pequenos sobre o significado dos símbolos que encontram. Lembre-se de reservar momentos de paradas para que eles possam fazer registros. Ao voltar para a escola, sugira que os complementem com a ajuda das informações dos colegas e pendure as produções no mural da sala.



3ª etapa

Proponha uma exposição das placas no mural e incentive a organização delas de acordo com o formato e a cor. Explique que essas variáveis são um indicativo da função. Leve material sobre o assunto, com imagens da sinalização com significados e categorização das funções - manuais de trânsito e o site trazem bons exemplos.



4ª etapa

Lance a ideia de a turma criar placas que julguem importantes e necessárias para o bairro e para a escola. Comece levantando regras sugeridas pelas crianças e faça uma distinção entre as ideias divertidas e as de fato funcionais. Sugira que produzam sinalizações para a escola, traçando junto com elas um plano com etapas para a confecção dos sinais. Nesse processo, leve o grupo a conversar com funcionários e outras turmas da escola para colher sugestões de sinalizações úteis ao convívio. Use cartazes para elaborar as placas.



Produto final

Placas de sinalização.



Avaliação

Avalie se as crianças passaram a conhecer um número maior de placas, se sabem seu significado e se evoluíram na compreensão de como elas são feitas, que elementos utilizam e para que servem.


Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/placas-cotidiano-497830.shtml

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Desenhando

Caça-palavras com nomes

Recorte e colagem com os nomes dos colegas


RECORTE E COLE OS NOMES DOS COLEGAS DA SALA AGRUPANDO-OS DE ACORDO COM O NÚMERO DE LETRAS:

4 LETRAS:







5 LETRAS:
6 LETRAS:










7 LETRAS:
8 LETRAS:












9 LETRAS:

A
N
A
C
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